segunda-feira, 12 de março de 2012

Nao Vah ao Pero Vaz (novo Porto Madalena)

Um rato andando na parede do bar. O que esperar de um bar que tem um rato andando na parede? Um bom atendimento, talvez. Mas nem isso pode se esperar no Pero Vaz, na Vila Madalena.
Já tínhamos comido e bebido quando vimos o rato. Faltava pagar a conta. Aí quando tentamos falar com o gerente sobre o ocorrido deu início a uma nova novela.
O moço chegou a dizer que é normal "essas coisas". Que ele vai em alguns lugares e encontra barata. E acha normal! Como assim??
Tão ligeiro quanto os seres peçonhentos que passeiam pelo bar, o gerente virou as costas e nos deixou falando sozinho. Simplesmente no meio do papo.
O caso foi pra Brasília, lá na ANVISA.
E parece que o Pero Vaz mudou de nome para Porto Madalena. A velha tática. De qualquer forma, Nao vah ao Pero Vaz.

E você? O que faria se encontrasse um rato no bar onde comeu e bebeu?
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quarta-feira, 7 de março de 2012

Nao Vah à Pizzaria Luana

Nao Vah à Pizzaria Luana, Zona Oeste de São Paulo. Ou melhor, não peça.
Nem sei se tem a opção de comer no salão, eu sempre pedi só no delivery e há pouco tempo fiz o último pedido.
O panfleto deixado na porta de casa é bem claro em dizer que não cobra taxa de entrega. Mas eles cobram e não avisam.
Questionados sobre a cobrança eles simplesmente dizem que o panfleto está desatualizado e que estão esperando o panfleto atual terminar para imprimir outro e distribuir. Opa, mas se o panfleto atual está por aí com a informação que não cobram a taxa, eles não deveriam cobrar, certo? Seria o correto, mas como todo estabelecimento que não está nem aí para o consumidor eles cobram sim! E com um atendimento mais mau humorado que já tive nos últimos tempos.
Mas já dizia o profeta, "há 'males' que vem para bem". Descobri outra pizzaria delivery, mais perto, mais atenciosa e com a pizza mais caprichada.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Nao vah ao Sukiya da Rua Augusta

Lucro a todo custo. Pra quem tem entende um pouquinho do mundo capitalista entenderá porque o dono do Sukiya da Augusta só pensa em lucro. A todo custo.
Isso significa ter apenas duas atendentes na loja inteira. Elas se dividem em atender o caixa, limpar as mesas e tirar os pedidos, além de várias outras tarefas que devam ter num restaurante que eu nem imagino.
Quando fui, esperei 20 minutos na fila, mais uns 10 para o pedido chegar, ainda assim sem as batatas fritas.
Não tinha mesas livres o suficiente para eu mais 6 pessoas, então fui obrigado a ajudar as funcionárias a tirar as mesas.
Na mesma ocasião, um andarilho entrou na loja e começou a pedir esmola. Até aí, tudo mais ou menos normal considerando estar na Augusta, mas o que não cabe é o andarilho meter a mão no prato de um cliente (que não fui eu), sair correndo e não ter a retratação das funcionárias que, além de tudo, tem de fazer as vezes de "segurança" da loja.
Nao Vah ao Sukuya da R. Augusta.